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Wolfgang Teske lança obra sobre cultura quilombola tocantinense na 57ª Feira do Livro de Porto Alegre

Outubro 23, 2011

No livro Teske se enveredou pelos caminhos da Folkcomunicação

No próximo dia 30 de outubro, o professor Wolfgang Teske   estará autografando o  seu livro “Cultura Quilombola na Lagoa da Pedra – Tocantins”,na 57ª Feira do Livro de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.  Porém, no dia anterior, ele já tem agendada palestra na  Ulbra, em Canoas/RS, onde falará sobre esse importante trabalho desenvolvido em terra tocantinense

Publicada pelo  Conselho Editorial do Senado  Federal,  a obra de Teske possui  295 páginas e é fruto de estudos de caso de processo folkcomunicacional (estudo sobre processos de comunicação através das manifestações folclóricas e suas relações com a mídia), que foram realizados  pelo autor durante seu  mestrado em Ciências do Ambiente na Universidade Federal do Tocantins (UFT) e trazem uma análise profunda dos rituais, símbolos e rede de significados das manifestações culturais da comunidade.

Segundo Teske, essa obra dá visibilidade e resgata a riqueza e a preservação das características da comunidade, mesmo diante de situações de preconceito. “Esperamos que a obra reforce o respeito e traga políticas públicas para assegurar a cidadania da comunidade”, complementa.

Festejos da Roda de São Gonçalo, na Comunidade Quilombola de Lagoa da Pedra, em Arraias - Tocantins

Em 2009, Wolfgang Teske havia lançado o livro “A Roda de São Gonçalo na comunidade quilombola da Lagoa da Pedra em Arraias” (Ed. Kelps),  que se encontra na sua terceira edição e onde  faz um registro dessa importante manifestação cultural no município tocantinense de Arraiais, no Sul do Estado.   Além disso,  em  2010, foi publicado o foto-livro Projeto Fotográfico A Roda de São Gonçalo, sendo o primeiro livro dessa natureza no Estado do Tocantins. Ele é parte integrante da exposição fotográfica realizada em parceria com o repórter fotográfico Émerson Silva que acompanhou  Teske durante a pesquisa e o fotojornalista Manoel Júnior.

O trio foi selecionado no 1º Prêmio Nacional de Expressões Culturais Afrobrasileiras, na área de Artes Visuais, concurso promovido pelo Ministério da Cultura, Fundação Cultural Palmares e do Centro de Apoio ao Desenvolvimento Osvaldo Santos Neves (CADON),  patrocinado pela Petrobras.

Assista  aqui o vídeo sobre a Roda de São Gonçalo na comunidade quilombola da Lagoa da Pedra em Arraias

Projeto Café com Letras em Gurupi debate a obra de Juarez Moreira Filho

Setembro 21, 2011
Juarez Moreira Flho 

Idealizado pelos professores do Curso de Letras Centro Universitário UnirG, Wellitania Oliveira e Fabiano Donato, o projeto Café com Letras, realizou sua segunda edição na tarde de domingo, 17, na Pizzaria Santo Canto, em Gurupi. Na primeira edição realizada em no mês de maio, a homenageada foi a escritora e poetisa Zefinha Louça. Desta feita, o alvo das atenções foi o escritor Juarez Moreira Filho, que debateu sobre  as características peculiares de produção literária regionalista tocantinense.

Professores eintelectuais tocantinenses discutindo literatura num ambiente agradável

“Em cada encontro iremos homenagear um autor do Estado. Somos um grupo de amigos que nos reunimos para discutir literatura, recitar textos, trocar experiências e comentar a literatura tocantinense”, disse a professora de Literatura Portuguesa e Cultura Brasileira do curso de Letras do Centro Universitário UnirG, Wellitania Oliveira.

A escritora Marilde Gomes também prestigiou esse Café com Letras

Juarez Moreira Filho disse que se sentia honrado por participar dessa tertúlia literária, principalmente, por estar rodeado de um grupo seleto de pessoas amantes das letras e que está comprometido em debater e fazer um resgate da literatura produzida no Estado do Tocantins, difundindo-a das mais diferentes formas.

Juarez Moreira Filho e os professores Fabiano Donato e Wellitania Oliveira

Recém-chegado de Portugal, o escritor Gleidston César, que está morando em Gurupi, também esteve presente ao evento

O professor Fabiano Donato falou da relevância da obra de Juarez Moreira Filho no contexto do regionalismo tocantinense e lembrou algumas facetas que considerou interessante, como o humor registrado em determinados contos, que segundo ele, servem de grande atrativo para prender a atenção do leitor.

Após amplas discussões sobre a obra de Juarez Moreira Filho, os participantes do Café com Letras elegeram o próximo autor a ser  homenageado pelo projeto. Trata-se do escritor José Maciel de Brito, presidente eleito da Academia Gurupiense de Letras. A data escolhida para o evento será o dia 27 de novembro.

Zefinha Louça também teceu comentários elogiosos à obra de Juarez Moreira Filho

HOMENAGEADO

Juarez Moreira Filho é escritor regionalista atuante no Tocantins, vice-presidente da Academia Tocantinense de Letras (ATL). Foi o autor regional homenageado da Feira Literária Internacional do Tocantins (Flit), realizada este ano, em Palmas. Possui publicadas as seguintes obras: Oco do Mundo (romance), Rancho Alegre (memórias), Mangaratiba – Peões. Boiadas. Tropas & Bruacas (memórias), Tipos de Rua (contos), obra adotada para o Vestibular-2011, da Universidade Federal do Tocantins – UFT, Risos & Lágrimas (memórias); Perfil da Academia Tocantinense de Letras (história/biografias), Patronos da ATL (história/biografias); À Sombra do Ipê (crônicas) e Tipos Pitorescos.

Este escriba também pontuou algumas curiosidades interessantes na obra de Juarez Moreira Filho

Tocantins vive em clima de Feira Literária Internacional

Julho 23, 2011

Na segunda-feira, 25, Palmas, a capital tocantinense, vai sediar a primeira edição da Flit – Feira Literário Internacional do Tocantins, com uma mega-estrutura montada na Praça dos Girassóis, no centro da cidade.  Dentro da programação da Flit, acontece o 7º Salão do Livro, que é um espaço tradicional, oferecendo uma programação diversificada, com palestras, teatro, oficinas, lançamento de livros, debates, e muitas outras atrações.Grandes escritores nacionais e internacionais já confirmaram presença no evento.

A literatura tocantinense tem espaço de destaque no Salão do Livro. Escritores locais terão a chance de divulgar o trabalho no Café Literário, onde dezenas de livros serão lançados.

Nos estandes, editoras e livrarias estarão comercializando exemplares com preços competitivos. Aproveite para conhecer ainda o Espaço Vamos Ler, um cantinho pra relaxar e curtir uma boa leitura!

O evento prossegue até 03 de agosto,  com uma vasta programação  literário-cultural.

Foi montado um auditório na entrada Sul do Palácio Araguaia, que leva o nome do homenageado regional da Flit, Juarez Moreira Filho, que integra os quadros da Academia Tocantinense de Letras.

Estação do Cordel

A magia do cordel também estará presente com destaque na Flit. Grandes poetas cordelistas e repentistas de diversas regiões do país estarão dividindo arte e conhecimento.  Na Estação Cordel, o visitante poderá participar de uma exposição de livreiros e conhecer mais sobre a história do cordel e sobre as principais obras publicadas.

Confira a programação completa da Flit, acessando aqui:

A meninice poética de Carlos de Bayma

Maio 8, 2011

Outro dia, pelas mãos do meu confrade da Academia Gurupiense de Letras, J. Ribamar dos Santos, recebi  um exemplar autografado do livro O menino incendiário, de autoria do poeta e jornalista Carlos de Bayma, que reside em Palmas e que trabalha na Universidade Federal do Tocantins (UFT).

Bayma  conheceu  J. Ribamar no Centro Cultural, durante uma visita relâmpago à Gurupi, onde participou de um evento acadêmico, quando  lhe pediu para que me entregasse a sua obra.

Escrito em 2002, O menino incendiário, reúne uma seleção especial de 60 textos que retratam experiências, fragmentos e nuances de lembranças e fantasias de um menino nascido na cidade  maranhense de  Lima Campos e da necessidade de reconstruir um pouco da vida e do mundo à sua volta, numa perspectiva poética,  em forma de um pequeno tratado da infância, da adolescência e dos vislumbres da juventude.

Despida de pseudo-intelectualismo, a poesia de Carlos de Bayma   é multiforme e irisada, também chegando a ser ao mesmo tempo singela e cativante, concebida numa construção textual emaranhadas de bons sentimentos que nos remetem ao passado de uma meninice de boas recordações.

A estréia oficial de Carlos de Bayma no mundo da literatura ocorreu em meados de  2003, com a publicação do livro de poesias O Arquipelágo. Já em 2005, traria à lume o livro de contos Acerca da sorte e o mistério de Curimbã.

O poeta Carlos de Bayma apresenta sua nova obra

Ecos do aniversário de 11 anos da Academia Gurupiense de Letras

Dezembro 17, 2010


Programa Jornal Anhanguera – Edição do Almoço – TV Anhanguera/afiliada Rede Globo

Carlos Viveiros lança livro sobre gestão de desapropriação e servidão administrativa

Outubro 14, 2010

Com o apoio da Academia Gurupiense de  letras, o escritor Carlos Viveiros lança  o livro Gestão de Desapropriação & Servidão Administrativa (Ed. Veloso), no sábado, 16, às 19h30min, no Centro Cultural Mauro Cunha (Av. Maranhão, 1507 – Gurupi – TO).

O autor explica que a  obra tem por objetivo despertar a importância de gestão para a liberação de áreas para a implantação dos empreendimentos do setor elétrico brasileiro, com a coordenação de todos os procedimentos técnicos e jurídicos necessários para a transferência ou instituição de servidão da área declarada de utilidade pública em favor da expropriante, de acordo com as normas técnicas e procedimentos legais aplicáveis e dentro do prazo estabelecido pelo cronograma de obras.

SOBRE O AUTOR

Carlos Viveiros, é natural do Rio de Janeiro, gerente substituto da Divisão de Liberação de Áreas Centro-Oeste (DLAC.E), da Eletrobras Furnas Centrais Elétricas S/A, advogado, ex- professor da Universidade do Estado de Goiás – UEG, especialista em Direito Processual Civil pela Faculdade Anhanguera, MBA em Gestão Empresarial Básica pelo Instituto Brasileiro de Gestão de Negócios – IBGEN, ex-mestrando em Gestão Econômica do Meio Ambiente pela UnB, ex-mestrando em Direito Público pela Universidad Autônoma de Assuncion, atuou como advogado e procurador da empresa Eletrobras Furnas em vários empreendimentos, tais como: LT – Itumbiara/Rio Verde II, LT – Rio Verde/ Barra do Peixe II, LT – Niquelândia/Serra da Mesa, LT Itumbiara/Brasília Sul I e II, LT – Serra da Mesa/Samambaia, nas Usinas de Serra da Mesa, Corumbá I, no Aproveitamento Hidrelétrico de Manso, vem atuando nas questões de liberação de áreas, tanto no amigável como no contencioso.

Núbio Brito faz sua estréia no mundo da literatura com a publicação de um livro de memórias

Agosto 20, 2010

Com uma folha respeitável de serviços prestados à  imprensa tocantinense, o jornalista, Núbio Brita decidiu colocar em prática um sonho acalentado durante muitos anos: a publicação de um livro de memórias, cujo personagem central é o seu pai, Rômulo Leitão Brito, 78 anos,  uma figura emblemática, pioneiro de Gurupi, cidade localizada na região Sul do Estado de Tocantins.

Em Tranqueira – Memórias de meu velho pai,  Núbio Brito faz  um registro de memórias com resgate da expressão cultural e regional, com parte da obra narrada em episódios ocorridos na fazenda Tranqueira, em Alto Parnaíba (MA).  Mas como a família Brito vive em  Gurupi desde os idos de 1955, o autor também buscou retratar  fatos e imagens históricas dessa cidade.  Foi um trabalho árduo de pesquisa, iniciada em 2004, quando do retorno de seu pai à fazenda Tranqueira, isso, após 50 anos de sua partida.

A noite de autógrafoa já tem data marcada: será no dia 17 de setembro, a partir das 19h30, no Centro Cultural Mauro Cunha (Av. Maranhão, 1507 – Setor Central – Gurupi – TO).

Para Alexandre Peixoto, professor de Letras do Centro Universitário UnirG, Núbio conseguiu o que poucos autores remonados conseguiram, ou seja,  colocar a poesia em prosa, confessando que raros formam os casos em que presenciou a poesia ser colocada de forma tão pura e simples.

O autor

Tocantinense de Gurupi, Núbio Brito, 51, é filho de pecuaristas e desde criança teve contato com a terra. Foi também no interior que conseguiu o primeiro emprego como vendedor de discos e fotógrafo em loja de primos.

Atualmente, o autor trabalha como Diretor de Comunicação da Prefeitura de Porto Nacional (TO).  Foi o responsável pela implantação do  programa Esporte em Revista na Rádio Araguaia FM, de Gurupi. Na TV Anhanguera (afiliada da Rede Globo), além de produtor executivo e editor foi o segundo apresentador do Jornal Anhanguera e incentivador da implantação do Globo Esporte Tocantins. Após quatro anos dirigiu a TV Real (SBT) em Palmas – TO. Um ano depois ingressou na Comunicatins, hoje Redesat (Rede Cultura), onde trabalhou como coordenador de jornalismo por vários anos.

Com a busca pela inovação, editou o jornal Gazeta Esportiva do Tocantins o primeiro impresso especializado em esporte no Estado, no qual trabalhei como seu repórter. Núbio Brito  também lançou   a Revista Sports do Tocantins. Em 2007 começou a versejar suas atenções ao jornalismo on line, e criou o portal de noticias Fatos i Fotos em parceria com seus filhos.

Tranqueira – Memórias de meu velho pai, foi publicado pela  CIR Gráfica e Editora,  de Goiânia, possui 237 páginas e  será vendido a R$ 20,00.

Acalanto comemora oito anos de fundação

Abril 20, 2010

Uma movimentada programação marcará as comemorações do oitavo aniversário de fundação da Acalanto – Academia de Letras de Araguaína e Norte Tocantinense, no próximo sábado, 24, que terá sessão solene às 20 horas, no auditório da subseção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

O presidente em excercício da Acalanto, José Francisco da Silva Concesso, informou que antes da sessão solene, às 16 horas haverá uma reunião com representantes das várias Academias de Letras do Tocantins na Biblioteca Municipal do município, para discutir uma ação conjunta que permita fomentar o fazer literário e incentivar o habito da leitura por todo o Estado. Estão sendo esperadas caravanas de escritores de Palmas, Gurupi, Dianópolis e Porto Nacional. No domingo, 25, será promovida uma feijoada de confraternização no Oásis Santa Cruz.

José Francisco da Silva Concesso, presidente da Acalanto

“Árvore milagrosa”

Janeiro 16, 2010

Corria o ano de 2001 quando mais um fato curioso chamou a atenção dos moradores de Gurupi e reacendeu a chama da esperança nos coração de muita gente.

Uma árvore no canteiro central da avenida Mato Grosso com a rua 2, e que estava com boa parte de sua galhada seca, de uma hora para outra, começou a jorrar água por meio de um buraco em seu tronco. Tal “fenômeno” foi visto por muitos como um verdadeiro milagre.

Não faltou quem se ajoelhasse aos pés da árvore para fazer uma prece e solicitar uma graça. Afinal, para quem tem fé, a esperança é a última que morre.

As pessoas chegavam de tudo que é canto da cidade. Algumas traziam até garrafas para levar para cassa aquilo que consideravam de “líquido milagroso”. Outras, juravam que depois de terem tomado dessa água, tinha ficado curadas de alguma enfermidade. Dezenas de pessoas passavam os dias a observar a árvore que derramava água em abundância e já estava sendo apontada como milagrosa.

O reboliço estava grande. Teve até quem acendeu algumas velas no local. Até o meu compadre, Bené de Sena, que sempre se destacou por seu espírito empreendedor, mas que naquele momento se encontrava sem serviço, me confidenciou que pretendia engarrafar um pouco dessa água para vender bem baratinho na Feira da Rua 7, aos domingos.

Três dias depois do ocorrido, chegam ao local dois operários da Cpmanhia de Saneamento do Tocantins, e pedem as pessoas que se afastem um pouco e, sem cerimônia alguma, começam a cavar no asfalto., próximo Pa árvora. Consertam um vazamento na tubulação da adutora e vão embora.

E foi assim, como um milagre, a água parou de jorrar da árvore. As pessoas se afastaram silenciosamente do local e ninguém mais falou sobre esse assunto.

Grande festa literária de Gurupi

Dezembro 2, 2009

Irmortais da Academia Gurupiense de Letras e da Academia Tocantinense de Letras num momento de confraternização, no Centro Cultural Mauro Cunha

Uma noite literária em grande estilo. Assim foi a sessão solene em comemoração ao décimo aniversário de criação da AGL – Academia Gurupiense de Letras, a primeira a ser fundada numa cidade do interior tocantinense. O evento aconteceu no sábado, 28, nas dependências do Centro Cultural Mauro Cunha, quando, na oportunidade, o escritor Eliosmar Veloso, depois de dois mandatos na presidência da instituição, passou o cargo para a poetisa e escritora Ana Márcia Barros.

O escritor Eduardo Silva de Almeida, presidente da ATL – Academia Tocantinense de Letras, fez questão de prestigiar o acontecimento e veio de Palmas com uma comitiva composta ainda pelos escritores Odir Rocha, Mário Ribeiro Martins e Juarez Moreira Filho. Também de Palmas compareceu o escritor e poeta José Milton Oliveira Santos que é membro correspondente da AGL na capital tocantinense.

Ao assumir a presidência da AGL, Ana Márcia Barros reafirmou sua determinação na busca de mecanismos que possibilitem a valorização dos escritores de Gurupi, independente de serem veteranos ou iniciantes. “Defendemos que seja instituída nas escolas da rede municipal de ensino a matéria interdisciplinar de Literatura Gurupiense para que os alunos de Gurupi conheçam melhor o trabalho de nossos autores”, disse Ana Márcia, lamentando a inexistência de políticas públicas voltadas para a literatura local

Nova Imortal

Na solenidade festiva da AGL a escritora Marilde Gomes de Almeida tomou posse na cadeira 26 do quadro de membros efetivos. “Sinto-me honrada em participar desta academia de letras, mas tenho também plena consciência de que, a partir de agora, aumenta ainda mais a minha responsabilidade enquanto escritora. Por isso, vou continuar buscando me aperfeiçoar ainda mais minha produção textual”, afirmou Marilde.

A mais nova imortal da Academia Gurupiense de Letras recebeu as boas-vindas do orador oficial, Gil Correia, que decorreu sobre seu méritos literários.
”Saúdo a nossa companheira de letras, colega de academia e irmã em Cristo, Marilde de Almeida Gomes, ensejando sucesso, saúde e paz para juntos caminharmos muito ainda pelo fortalecimento cultural da nossa academia e pelo fortalecimento da literatura tocantinense, juntamente com todos aqueles que entendem o quanto a cultura é importante para o resgate da cidadania e desenvolvimento de um povo”, destacou Gil Correia.
Lançamento
Outro destaque da sessão solene foi o lançamento do livro “O Educador Itinerante”, do professor Albenzio Eloy dos Santos, membro correspondente da AGL em Goiânia (GO), onde optou por fazer uma biografia romanceada sobre o professor José Seabra de Lemos, que, em vida, muito contribuiu com o setor educacional em Gurupi, na época que a cidade pertencia ainda à região no médio norte goiano.

Mesa das autoridades composta pelo deputado federal Laurez Moreira, escritores Juarez Moreira Filho, Eliosmar Veloso, Eduardo Almeida (Presidente da ATL), Odir Rocha, Mário Ribeiro Martins e Ronaldo Teixeira. Ao fundo, Ana Márcia Barros faz seu discurso de posse na presidência da AGL

A escritora Marilde Gomes fez o seu discurso de posse na cadeira 26 da Academia Gurupiense de Letras

Professor Albenzio Eloy dos Santos falou sobre o seu livro "O Educador Itinerante", que retrata a trajetória de José Seabra de Lemos

Ana Marcia Barros (Presidente da AGL), Marilde Gomes, Zacarias Martins e deputada estadual Josi Nunes

A Secretária do Trabalho e Desenvolvimento Social do Tocantins, Dolores Nunes, Zacarias Martins e Marilde Gomes, festejando os dez anos de fundação da Academia Gurupiense de Letras

Zacarias Martins, Juarez Moreira Filho, professor Albenzio autografando seu livro e Mário Ribeiro Martins. No fundo, o advogado Ney Luz e Silva


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