Archive for Setembro, 2009

Vestibular cheio de histórias

Setembro 28, 2009
O livro foi indicado para o Vestibular do Centro Universitário UnirG

O livro foi indicado para o Vestibular do Centro Universitário UnirG

Quem disse que Gurupi não tem histórias pra contar? Tem, sim, e muita.  O que não falta na cidade é contador de histórias. Foi por isso que no ano passado publiquei o meu sétimo livro “Histórias da História de Gurupi”, reunindo uma seleção de crônicas sobre o cotidiano desta que é considerada a  Capital da Amizade.

O curioso  é que mesmo não tendo nascido aqui e, assim como muita gente  que mora na cidade,  passei a viver em estado de gurupiense, pois fiquei perdidamente apaixonado por esta cidade, com a qual, me identifico entre tantas e tantas emoções.

Foi por essas e outra razões, não tanto por  vaidade, mas sim, por orgulho, que tive a grata satisfação de ser informado que a Banca de Língua Portuguesa utilizará o meu livro na elaboração das provas do Processo Seletivo 2010-1, do Vestibular do Centro Universitário UnirG.

Diante dessa informação, não perdi tempo. Já estou visitando cursinhos pré-vestibulares e escolas de segundo grau, fazendo palestras e discutindo com alunos e professores os vários aspectos desse meu trabalho literário.

O livro custa R$ 15,00 o exemplar, mais R$ 5,00 para despesas postais de envio via Correios. Para comprá-lo é só fazer depósito bancário em nome de:

Zacarias Gomes Martins
Banco: HSBC
Ag. 0523
Conta-Corrente: 25388-09

Depois é só confirmar o depósito pelo e-mail: zacamartins@gmail.com.

Também aceito remessas por Vale Postal.

Meu endereço é:

Caixa Postal 35

CEP: 77402-070 – Gurupi – TO

Poeta de Divinopolis do Tocantins eleita Membro Correspondente da AGL

Setembro 28, 2009

O talento literário de Suely Mota da Rocha é reconhecido pelos imortais da Academia Gurupiense de Letras

O trabalho literário desenvolvido por Suely Mota da Rocha, em Divinópolis do Tocantins é reconhecido pelos imortais da Academia Gurupiense de Letras

De Divinópolis do Tocantins vem a mais nova integrante do quadro de Membros Correspondentes da  Academia Gurupiense de Letras (AGL). Trata-se da poeta Suely Mota da Rocha, graduada em Normal Superior pela universidade Federal do Tocantins. Ela foi eleita no dia 26 de setembro.

Suely é natural de Estreito (MA), onde nasceu em 1970. Atualmente resideindo em Divinópolis do Tocantins, sendo professora da rede municipal de ensino e exerce a função de bibliotecária na Escola Municipal  Isabel Carlos Wanderley.

A poeta desenvolve o Projeto Paiol Literário de motivação ao hábito de ler entre a comunidade estudantil e é autora de dois livros de poesias: “Asas da Liberdade” (2006), que ganhou prefácio do escritor Dourival Santiago, da Academia Tocantinense de Letras, e “Semeando palavras, colhendo poesias” (2008), ambos publicados pela Editora Kelps.

Marilde de Almeida Gomes é eleita nova imortal da Academia Gurupiense de Letras

Setembro 28, 2009
Marilde ao lado deste blogueiro, durante a Semana de Memórias, realizada no ano passado no Centro Cultural Mauro Cunha, em Gurupi.

Marilde Gomes ao lado deste blogueiro, durante a Semana de Memórias, realizada no ano passado no Centro Cultural Mauro Cunha, em Gurupi.

A escritora Marilde de Almeida Gomes foi eleita por unanimidade para ocupar a cadeira  26 da Academia Gurupiense de Letras. A posse da nova imortal está marcada para a Sessão Solene que acontecerá no dia 28 de

Graduada  em Letras pelo Centro Universitário Unirg,   Marilda lançou em 2008, seu primeiro livro, intitulado  “Quase todos: segredos de uma vida” (Ed. Kelps), que ganhou apresentação e prefácio dos professores Welitânia Cabral e Fabiano Donato.

Bom-humor e fina ironia permeiam texto de autor gurupiense

Setembro 28, 2009

O livro foi adotado para o vestibular 2010-1 do Centro Universitário Unirg

O livro foi adotado para o vestibular 2010-1 do Centro Universitário Unirg

Por Haron Gamal

Professor de Literatura da Universidade Federal do Rio de Janeiro e  crítico  literário do Jornal do Brasil

É importante que se escrevam livros como Histórias da História de Gurupi, de Zacarias Martins. O município, que fica em Tocantins, a 245 km de Palmas, com sua população em torno dos 75.000 habitantes parece ser bastante simpático, e o livro de Zacarias traz crônicas sobre a cidade e sua história ressaltando os problemas urbanos, políticos, administrativos e fatos do folclore local.

Como diz Maria Wellitania de Oliveira Cabral, nas primeiras páginas, apresentando a obra: “As crônicas de Zacarias Martins registram o apelo do cidadão gurupiense situado em determinações que limitam a sua comunicação e o seu reconhecimento pleno.” O Brasil é constituído em sua maioria por municípios de porte médio ou mesmo pequeno e um livro que permite ao cidadão saber o que acontece na sua cidade, possibilitando que ele desenvolva uma visão crítica sobre o meio em que vive é um passo enorme. Não posso falar especificamente sobre a imprensa local, mas em todas as cidades brasileiras o que predomina é o mascaramento da informação, que tem como objetivo beneficiar, em primeiro lugar, o interesse dos proprietários dos jornais. Portanto, a discussão aberta num livro isento e a priori sem objetivos comerciais só tende a levar a população ao esclarecimento e arremessar para longe a máscara que esconde a verdade.

Zacarias tem uma escrita bem-humorada, sabe tratar com leveza os assuntos pelos quais se aventura. Crônicas como “Cultura desemplacada”, que trata do sumiço das placas inaugurais de administrações anteriores é muito interessante. Imaginamos o escritor, como um detetive, saindo à procura das placas e dos autores do desemplacamento. O texto mostra a mesquinhez política de muitos administradores que não conseguem conviver com o sucesso daqueles que os antencederam. Até mesmo a placa comemorativa da inauguração de um centro cultural desapareceu misteriosamente e com ela o nome de Zacarias, que na época presidia o Conselho Municipal de Cultura. Diz o autor que esse mesmo centro cultural foi utilizado muitas vezes como local de velórios. Ele não poupa críticas: “A transformação improvisada do Centro Cultural Mauro Cunha em capela mortuária paralisava todas as atividades culturais ali realizadas, até mesmo o funcionamento da Biblioteca Pública Municipal Professora Deusina.

Uma outra crônica aborda a questão da concessão de uma pensão especial às viúvas de ex-vereadores “que faleceram ou que venham a falecer durante o exercício do mandato parlamentar”. O cronista, além de criticar duramente a medida, conta um fato pitoresco a respeito de outra cidade onde a mesma lei vigorou: “Há alguns anos, A câmara de vereadores de uma cidadezinha do interior de Minas também chegou a aprovar um projeto semelhante e, misteriosamente, nove dos seus dez vereadores morreram.” Segundo ele, o acontecimento foi tão alarmante que nem os suplentes quiseram tomar posse. A confusão foi solucionada com um ato corajoso do presidente da casa, que colocou fim à questão: “apresentou um projeto revogando todos os dispositivos da lei que criava pensão vitalícia para as viúvas.”

Como não poderia deixar de ser, o bom humor predomina até mesmo na última crônica quando, numa solenidade da Câmara, um cego se dispõe a ler a bíblia, e o faz com perfeição.

Conforme pude constatar no livro de Zacarias, a cidade de Gurupi permite uma vida tranquila e em harmonia com a natureza.
Conta o autor que, certa vez, a cidade sofreu uma ameaça de bomba. Suspeitaram até mesmo de Osama Bin Laden. Logo constataram que a ameaça era real, mas ela vinha de uma bomba d’água esquecida sobre a mesa de uma agência da bancária!

Destaco também as fotos que enriquecem cada crônica apresentando ângulos da cidade, de sua vida passada, da atual e de alguns monumentos e pontos turísticos.

Apesar da tendência ao hilário, o livro é sério. Todo cidadão consciente, que domina o idioma, deveria seguir o exemplo de Zacarias e fazer uma leitura crítica de sua cidade. Assim se poderia chegar a uma vida mais feliz.

AGL elege nova diretoria

Setembro 28, 2009
Integrantes da Academia Gurupiense de Letras

Integrantes da Academia Gurupiense de Letras

Em assembleia extraordinária realizada na noite de sábado, 26, no Centro Cultural Mauro Cunha, foi eleita a nova diretoria da Academia Gurupiense de Letras para o biênio 2010-2011, que ficou assim constituída. Ana Márcia Barros (presidente); João Gomes da Silva (vice-presidente); Zacarias Martins (secretário-executivo); J Ribamar dos Santos (tesoureiro) e Gil Correia (orador oficial). Como suplentes da diretoria ficaram Eliosmar Veloso e Paulo Henrique Costa Mattos. Também foram eleitos os integrantes do conselho fiscal, tendo como titulares os acadêmicos Ednéa Rezende, Maria de Jesus Souza Lima e Deusderes Alves Acácio. Na suplência ficaram José Maciel de Brito; Wita Maria da Luz Souza e Marcus Tullius Cícero Loureiro.

A posse dos eleitos se dará no dia 28 de novembro, quando a academia também estará comemorando dez anos de fundação.

As crônicas de Marilde de Almeida Gomes

Setembro 13, 2009

MARILDE GOMESA escritora Marilde de Almeida  Gomes marca a sua estréia oficial no mundo da literatura com a publicação do livro “Quase todos: segredos de uma vida(Ed. Kelps). Trata-se de uma interessante seleção de crônicas autobiográficas.

No prefácio da obra, Wellitania Cabral, professora de Literatura do Centro Universitário Unirg, destaca que Marilde conseguiu transformar em ficção a vida real, já que apresenta uma extraordinária facilidade de narra, que mais lembra uma contadora de histórias marcada pela oralidade e pela naturalidade.

Além do caráter sentimental e espontâneo, a autora revela-se memorialista e, por vezes, nostálgica ao narrar suas vivências.

O poeta e professor Fabiano Donato, incentivador de primeira hora de Marilde Gomes, afirma que muito para além das geografias e dos eventos históricos, os quais são muitos vivenciados pela autora, o detalhe que mais salta aos olhos do leitor ao longo destas memórias é a insistente qualidade humana de sua contadora em permanecer sempre capaz de guardar a ternura mesmo quando os outros humanos de seu tempo parecem tê-la como perdida.

Para Donato, Marilde consegue de modo gratuito, manter o tom memorialista, despojado, sem pretensão de grandiosas performances literárias, mas sempre visando à clara afirmação do ato vivido, ou ainda, o registro transparente do fenômeno sofrido na própria carne.

A AUTORA
Marilde de Almeida Gomes nasceu em 07 de junho de 1948, no então povoado de Dueré, à época, Estado de Goiás, hoje, base territorial do Estado do Tocantins. Seus pais, Hermínio Gomes de Almeida e Roberta Luiza Bezerra, ambos já falecidos, foram pioneiros de Dueré, e muito contribuíram para a emancipação política e administrativa da cidade. Caixeiro viajante e depois garimpeiro, Hermínio Gomes de Almeida elegeu-se vereador e primeiro presidente da Câmara Municipal de Dueré. Também se tornou Juiz de Paz.

A escritora viveu parte de sua infância e adolescência em Barreiras (BA), onde aprendeu as primeiras letras na Escola Municipal Aníbal Barbosa Filho, na zona rural daquele município. Depois estudou no Colégio Padre Vieira, também em Barreiras. Em 1965 muda-se com a família para Dueré, onde conclui o curso primário e o ginasial na Escola Estadual Elesbão Lima. O segundo grau foi concluído em Goiânia (GO), em 06 de agosto de 1979, por meio do Projeto Lumem. Em dezembro de 2006, graduou-se em Letras pelo Centro Universitário Unirg. Começou sua vida profissional em 1968, como professora primária na Escola Municipal Brejinho, localizada na zona rural de Dueré, na propriedade de João de Aguiar.

Em 13 de julho de 1969 casa-se em Gurupi com o comerciante Julio Gomes Filho com quem teve os filhos, Laete, Kátia Maria, Antonio Júlio, Ciney e Cineya.

Nos dias atuais além de dedicar-se à produção literária (ela está finalizando o seu segundo livro), Marilde Gomes goza de merecida aposentadoria como auditora de renda do Estado do Tocantins, função que exerceu com muita competência na Delegacia Fiscal de Gurupi.

Escritora de Gurupi participa de reuinião da Fé Bahá’i em Brasília

Setembro 9, 2009

 Integrantes da Fé Bahá'i de vários Estados que  participaram do evento

Integrantes da Fé Bahá'i de vários Estados que participaram do evento. A escritora Ednéa Rezende representou a cidade de Gurupi

Representantes da Fé Bahá’i das regiões Centro-Oeste e Norte estiveram neste feriadão em Brasília, participando da Reuniao Interinstitucional, visando fortalecer as ações desenvolvidas pela instirtuição nessas regiões. O Tocantins esteve representado pela escritora Ednéa Rezende, de Gurupi, que há tempos já vem desenvolvendo várias atividades na cidade, principalmente, envolvendo crianças e adolescentes.

Edneá Rezende explica que a Fé Bahá’i é uma religião mundial, independente, com suas próprias leis e escrituras sagradas, surgida na antiga Pérsia, atual Irã em 1844. Foi fundada por Bahá’u’lláh, título de Mirzá Husayn Ali (1817-1892) e não possui dogmas, rituais, clero ou sacerdócio.

A Comunidade Bahá’í com aproximadamente 7 milhões de adeptos, é a segunda religião mais difundida no mundo, superada apenas pelo Cristianismo, conforme afirma a Enciclopédia Britânica. Os Bahá’ís residem em 178 países do mundo, em praticamente todos os territórios e ilhas do globo.
A Comunidade Bahá’í está estabelecida no Brasil desde fevereiro de 1921 e é é reconhecida por estabelecer projetos de desenvolvimento econômico e social em diversas regiões do país

A escritora destaca, ainda que a Fé Bahá’i prega a Unidade da Humanidade, a livre e independente busca da verdade, a eliminação de todas as formas de preconceitos e discriminação, além da igualdade de direitos e oportunidades para o homem e a mulher, a harmonia essencial entre a religião, a razão e a ciência, bem como a educação compulsória universal. Para os Baha’ís “O homem é uma mina rica em jóias de inestimável valor, a educação, tão somente, poderá fazê-la revelar seus tesouros”