Archive for the ‘Uncategorized’ Category

COCKTAIL: a rede social dos gurupienses na década de 90

Dezembro 22, 2018

ZACARIAS MARTINS - REVISTA LEAD 4

Por Juliene Lima e Paulo Albuquerque (*)

Segundo semestre de 1989. A cidade de Gurupi recebia novos cidadãos a cada dia, gente que vinha de todos os cantos do País, todos em busca de horizontes novos, trabalho, prosperidade, felicidade. Neste contexto chegaram os jovens advogados Carlos Canrobert Pires e Paulo Albuquerque. Eles instalaram o escritório no edifício San Marino e ali permaneceram à espera dos clientes que não vierem e nem viriam.

Advocacia não dá mole para novatos, recém chegados e pobres. Ainda antes de acabar aquele ano os dois advogados foram apresentados ao médico peruano naturalizado brasileiro, Román Consiglieri Aramburu. Ele estava ‘abrindo’ um jornal e precisava de mão de obra para fazer reportagens e edição.

Como a advocacia estava devagar, Pires e Albuquerque resolveram encarar o desafio. Junto ao Dr. Roman estava o então mais famoso jornalista da cidade: Zacarias Martins. O Jornal do Dr. Román durou pouco, ao final do ano de 1989 parou de circular. Mas Pires e Albuquerque não desistiram da ideia, afinal, vislumbraram naquela atividade um grande potencial.

Em 19 de janeiro de 1990 eles apresentaram à praça a primeira edição do que viria a ser o jornal Cocktail. O extinto jornal do Dr. Román era um tabloidão, quase um jornalão. O Cocktail era um quarto de uma folha de ofício. Nem nome e nem formato de jornal tinha. Ninguém apostaria um centavo que ‘aquilo’ seria algo sério um dia. Mas o improvável às vezes acontece.

CARACTERÍSTICAS INICIAIS

Sem estrutura física ou de pessoal, o projeto contava apenas com o trabalho dos dois sócios e do colaborador Zacarias Martins, que também tinha ficado sem emprego junto ao Dr. Román. O tamanho (reduzido) era para entrar em sintonia com a ideia editorial que tiveram para o ‘jornal’.

“Queríamos algo bem informal, que chegasse junto à juventude, que fosse uma espécie de companhia desejável e inseparável dessa juventude. Até o nome do panfleto foi pensado com esse sentido: traduzir algo agradável, que seduza e vicie”, diz Paulo Albuquerque.

O Cocktail, que pelo tamanho ficou conhecido como ‘jornalzinho’, emplacou porque circulava nos bares da cidade, às sextas-feiras. Não tinha editorias. Sem pautas políticas, sociais, econômicas ou qualquer outro assunto mais sério. O carro chefe do jornalzinho eram os recadinhos. Ora, em uma época em que não havia redes sociais (WhatsApp, Facebook, Instagram), o Cocktail fazia, a seu jeito, esta função. Virou febre na cidade. Garota Cocktail (onde apareciam as ninfetas); Cocktailzinho (para as crianças bem-nascidas); Trilha das Baladas (para quem iria curtir o fim de semana); atrações festivas e recados…muito recados: “NEGÃO DO TÁXI: Sei que você já tem outra, mas saiba que eu estarei sempre te esperando. Assinado: seu amor secreto”.  Assim, era um frisson a cada semana esperar por isso.

ZACARIAS MARTINS - REVISTA LEAD 2

Em menos de seis meses o jornalzinho iria mudar, acrescentando conteúdos que iriam dar os contornos que precisavam para se transformar em algo mais sério e comprometido com a sociedade em geral.

“Nessa época eu criei a coluna Pinga- Fogo, com notas ácidas sobre personalidades da cidade e do Estado. Eram as primeiras críticas que o Cocktail publicava em suas páginas. Foi um marco, pois a partir dali o jornal nunca mais seria o mesmo”, diz Zacarias Martins.

O Cocktail dessa fase já estava sendo editado num tamanho maior (meia folha de ofício). Aumentava o número de páginas, ganhava uma espécie de editorial a cada semana, mesclando informação com opinião dos dois editores e vez em quando trazia algumas notícias da cidade. O sucesso na circulação ajudou na projeção comercial. Os exemplares eram distribuídos gratuitamente, mas a receita vinha da venda de anúncios, que lotavam as páginas.

“Tudo era feito manualmente. Os espaços publicitários eram feitos em letra decalque e os textos eram digitados em uma máquina de escrever Olivetti elétrica. Cortava os textos com tesoura e colava na página que iria para a gráfica”, informa Zacarias Martins.

Antes do final daquele primeiro ano Carlos Pires, bem mais afeito à advocacia, decidiu deixar o Cocktail. Na época ele tinha sido selecionado para atuar com defensor público, uma carreira que dava seus primeiros passos no Brasil. Paulo seguiu sozinho, com a ajuda de Zacarias Martins. Nessa época o jornal crescia de tamanho novamente, para o que se chama no mundo gráfico de formato quatro. Próximo ao tamanho de uma folha A4. A equipe ganhou um representante comercial e Paulo passou a dedicar-se apenas à produção e edição de notícias.

COCKTAIL PARA UM PÚBLICO ADULTO

Durante a primeira metade da década de 90, o Cocktail se fortaleceu. Governos do estado e do município passaram a destinar uma verba mensal de publicidade e internamente o jornal passava por sérias reformas editoriais. Os recadinhos ocupavam cada vez menos espaço, surgiam colunas especiais sobre esporte (Silvério Filho), política, anúncios classificados etc.

“Deixamos uma parte de nosso público pra trás e ganhamos outro, bem diferente, e que acabou por dar porte intermunicipal ao Cocktail. Quando distribuíamos nossos exemplares em Palmas, sabíamos que ele seria lido por gente importante do governo, por isso precisamos adaptar a linha editorial a esse novo e importante contingente”, informa Paulo.

O jornal, em determinado momento, passou a circular duas vezes na semana. Chegou a ter uma edição semanal só com anúncios classificados, que circulava às terças-feiras. “Durante muitos anos quando se falava em jornal as pessoas falavam Cocktail. Era sinônimo de jornalismo sério”, diz Zacarias.

ZACARIAS MARTINS - REVISTA LEAD

A VERDADEIRA TRANSFORMAÇÃO

Da segunda metade da década de 90 até a virada do século o jornal Cocktail passou por sua maior transformação. Se somou à equipe o administrador Ricardo Almeida; o fotógrafo Izídio Vieira; o redator e colunista Gil Correia; o poeta e editor Ronaldo Teixeira; o cronista e ombudsman Antônio Roveroni; o redator e colunista de polícia Luiz Cláudio Barbosa; colunistas sociais e de costumes, tais como Ana Maria Pereira, Célio Costa, Júnior, Alba Costa, Claudinei Pireli, Helen Cristini e Elke Pereira; colunistas de agronegócio, Jonair Rocha e Fernando Scotta, entre outros.

Nessa época o Cocktail passou a ser impresso em Brasília, e o formato passou para o tabloide. A quantidade e exemplares saiu dos mil para três mil. “A quantidade de jornais variava conforme o que tínhamos de conteúdo editorial. Matérias mais quentes impulsionavam a circulação”, assegura Paulo. “O jornal era vendido e disputado nas bancas, passou a ter assinantes também. Houve uma época em que o Cocktail tinha próximo de mil assinantes na cidade. Isto envolvia uma logística interessante de entregadores em bicicletas”, informa Zacarias Martins.

A chegada do celular e da internet proporcionou grande parte das transformações vividas pela redação e pessoal que fazia o Cocktail. Encurtavam-se as distâncias; a produção de matérias estava definitivamente facilitada pela possibilidade de pesquisas na rede mundial, que era apenas um esboço do que é hoje, mas que ainda assim oferecia um universo de possibilidades.

“Além disso, passamos a ter o e-mail, as fotos digitais, o scanner, o colorido das páginas, tudo muito mais barato e ágil”, complementa Paulo. Ao final dos anos 90, o Cocktail  partiu para seu mais ousado plano à época: a sede e a gráfica próprias. Isto foi possível logo após Paulo adquirir um lote em frente à rodoviária de Gurupi. Paralelamente a isso fez um projeto de financiamento junto ao Banco da Amazônia para adquirir uma máquina offset, uma cortadora de papel e uma gravadora de chapa. O projeto foi aprovado e o recurso saiu no início dos anos 2000, quando já estava construído uma área ao fundo do lote onde já funcionava a redação.

Por mais de ano ficaram juntos a redação, o escritório e as máquinas da gráfica, em um espaço de pouco mais de 40 metros quadrados. “O Cocktail  teve destaque nesses anos todos por ser o primeiro jornal de Gurupi a ser impresso em gráfica própria”, assegura Zacarias.

Entre os anos de 2000 e 2001, o Cocktail  inaugurava uma redação no mesmo lote. Um prédio de dois pisos, amplo, com recepção, duas salas para escritório e banheiro na parte inferior, e uma ampla redação com sala de reuniões, cozinha e banheiro na parte superior. Apesar da imponência das novas instalações, a fase dourada do Cocktail  estava acabando.

A CRISE NO IMPRESSO

A explosão das redes sociais (Orkut), blogues e portais informativos definiu em parte o futuro dos impressos no mundo. Em Gurupi, com o Cocktail, não foi diferente. Gradativamente o público foi sendo atraído para outras mídias. “Devido a fatores, como a chegada de novas tecnologias o jornal passou a circular quinzenal, diminuiu novamente o tamanho para o formato quatro e reduziu a tiragem. Não tem o glamour dos anos anteriores”, reforça Zacarias. Atualmente o Cocktail  circula entre assinantes e alguma venda nas bancas.

Zacarias Martins é um dos mais importantes personagens da história não só do Cocktail, mas do jornalismo impresso no Tocantins. Atuou praticamente em todos os jornais impressos que circularam em Gurupi e região: Folha da Cidade, Cocktail, Folha do Tocantins, O Jornal, O Progresso, Cinco de Outubro, A Notícia, Formato Quatro, Gazeta Esportiva do Tocantins, O Regional, dentre outros. Também foi editor executivo de PERFIL, a primeira revista informativa do Tocantins.

“Sobre o impresso, creio que houve (e ainda há) uma concorrência desleal dos programas sensacionalistas de TV. Esses programas se prostituem vendendo mídias a preços irrisórios. Isto contribuiu para que jornais como o Cocktail  perdessem espaço. Hoje, bravamente, ainda resiste o impresso, mas não se sabe até quando”, critica Zacarias.

Para ele, que é um jornalista tradicional, a perda de popularidade do impresso muito lhe incomoda, embora esteja a pleno vapor, no alto de seus 61 anos, atuando nas novas mídias. “Sou um camaleão, procuro me adaptar ao ambiente, sempre”, finaliza Zacarias.

Dentre os fundadores do Cocktail, Carlos Canrobert Pires está aposentando como Procurador do Estado e Paulo Albuquerque é professor de Jornalismo na Universidade UnirG. Ainda escreve sua coluna Altos e Baixos, que existe no Cocktail e Cocktailonline. A direção do Cocktail hoje está Vanda Carvalho e Paulo Henrique Lima.

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(*) Texto publicado originalmente na revista-laboratório LEAD, do curso de Jornalismo da Universidade de Gurupi, em dezembro de 2018.

 

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Ah… O Natal!

Dezembro 16, 2018

o natal - zacarias martins

Causos da História de Gurupi

Novembro 18, 2016

Confiram a nossa entrevista ao Programa O Povo na TV, do SBT, apresentado por Kaká Lucena.

Assista ao vídeo em:

Zacarias Martins no Almanaque Santo Antônio – 2017, da Editora Vozes

Agosto 24, 2016

Mais uma vez estamos presentes no  tradicional  Almanaque Santo Antônio, da Editora Vozes, cuja edição de 2017 acaba de ser lançado. Colaboramos com dois textos, sendo que no primeiro ensina aos leitores receitas de creme dental caseiro e, na outra, receitas especiais de sanduíches.

2 ZACARIAS MARTINS - FOTO ELIOSMAR VELOSO

 

Publicado há 40 anos, o   Almanaque Santo Antônio  faz muito sucesso por ser uma espécie de minibiblioteca. Nele o leitor vai encontrar de tudo um pouco: curiosidades, datas comemorativas, dicas de culinária, noções de ecologia, educação, folclore, passatempo, saúde, além de fatos que marcaram a história brasileira e universal e muito mais. Credita-se o sucesso da publicação à sua linguagem lúdica e de fácil assimilação.

Sempre novo e atual, o Almanaque Santo Antônio é indicado para a família, para o estudante e para o professo.

O coordenador da publicação, Frei Edrian Josué Pacini, reforça que, sem dúvida, desde criança até a velhice o ser humano segue sua busca por conhecimento. “E o Almanaque Santo Antônio está aqui para confirmar que essa busca não tem fim, segundo o propósito de firmar-se mantenedor desse desejo e à disposição para saciar a sede de boa leitura”, finalizou Frei Edrian.

O Almanaque Santo Antônio – 2017 têm 223 páginas e está sendo vendido ao preço de R$ 16,50. Pedidos podem ser feitos pelo site da Editora Vozes.

Dia D da Leitura em Cariri do Tocantins tem como tema autores tocantinenses

Junho 24, 2016
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Na tarde desta sexta-feira (24), participamos do Dia D da Leitura, em Cariri do Tocantins, ministrando palestra motivacional e de incentivo à leitura para os alunos da Escola Municipal Divina Ribeiro Borges e da Escola Estadual Tarso Dutra.
 
Com o tema Autores Tocantinenses, a iniciativa se transformou num evento maravilhoso e que contou com a performance dos alunos de várias séries, que declamara poesias de nossa autoria e também, de vários autores do Tocantins.
Parabenizamos a diretora da Escola Estadual Tarso Dutra, Olga Vagna, e o diretor da Escola Municipal Divina Ribeiro Borges, Janir Ponciano de Oliveira, pelo trabalho de fomento à literatura tocantinense junto à comunidade estudantil de Cariri do Tocantins.

 

Na oportunidade, o querido amigo, escritor e professor de Cariri, Dorcídio Ponciano divulgou suas obras literárias.

Escola de Lagoa da Confusão se destaca com projeto de incentivo à leitura

Maio 28, 2016

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A Escola Municipal Pedro Guerra, de Lagoa da Confusão (TO), está colocando em prática o projeto “Veredas: leitura e produção textual”, idealizado pela professora Magnólia Gomes  e que tem, entre seus objetivos, despertar nos alunos a importância e o prazer da leitura e da  escrita, além de aguçar o potencial cognitivo e criativo da comunidade estudantil, bem como, promover o desenvolvimento do vocabulário, favorecendo a estabilização de formas ortográficas.

Na programação de atividades a serem desenvolvidas nesse restivemos ministrando palestra  motivacional e de incentivo à leitura  nesta  quarta-feira (27/04), no auditório do Centro Cultural Lêda Bernadon.

Para mim, trabalhar a questão do incentivo à leitura  e o fomento à produção textual junto ao alunado  é uma atividade prazerosa e, ao mesmo tempo, uma boa oportunidade  para divulgação  nossa produção literária. Por isso sinto-me gratificado em poder colaborar, de alguma forma, para a formação intelectual desses alunos de Lagoa da Confusão, para que no futuro eles possam se transformar em verdadeiros cidadãos, com mentalidade crítica e  conscientes dos seus direitos e deveres perante a sociedade onde vivem.

XACARIAS MARTINS EM PALESTRA  NA LAGOA DA CONFUSÃO

Envolvimento Pedagógico

Juntamente com a professora Magnólia, também estão envolvidas nesse projeto as professoras  de Língua Portuguesa Claudete Noleto Dorta Lima, Fábia Regina da Silva e Sebastiana Alves de Souza, que contam ainda com o suporte   dos coordenadores pedagógicos Lázaro Nonato Raimundo da Silva, Ana Neta Pereira de Brito e  João da Cruz Fernandes da Silva

A diretora da Escola Municipal Pedro Guerra,  Maysa Ayres Negri, informou que a  unidade escolar  atende  a 380 alunos matriculados em dois turnos, matutino e vespertino, tendo uma clientela mesclada e heterogênea, com distorção de idade e série. “Nossos alunos não são todos da zona urbana, alguns são da zona rural e outros, das aldeias. Temos buscado colocar em prática uma metodologia educacional que permita um melhor rendimento do nosso alunado”, enfatizou a gestora.

Atividades criativas

Já a professora Magnólia Gomes destaca que o projeto tem em vista proporcionar atividades significativas, interessantes e criativas para melhorar o ensino aprendizagem dos educandos quanto à leitura e a escrita, pois foram detectados muitos alunos com dificuldade em leitura e na produção de texto com coerência e coesão.

 

Palestra e recital marcam o Dia Nacional da Poesia em Gurupi

Março 15, 2016
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Os alunos da Escola Municipal Gilberto Rezende Rocha Filho foram muito receptivos

A Escola Municipal Gilberto Rezende Rocha Filho, em Gurupi, celebrou o  Dia Nacional da Poesia, nesta segunda-feira, 14 de março, com uma palestra motivacional e de incentivo à leitura, seguida de recital de poesias. Na qualidade de membro efetivo da Academia Tocantinense de Letras, participei  desse importante  evento literário.

 

A diretora da escola, Neuza Pereira,  disse que a nossa presença  nessa celebração ao Dia Nacional da Poesia,  “é motivo de orgulho  para toda a comunidade escolar, por se tratar de um poeta talentoso e de projeção nacional”.

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Agradeço à  diretora da escola, Neuza Pereira, pela calorosa acolhida.
“O poeta Zacarias Martins  é parceiro da nossa escola há muito tempo. Além disso, ele tem um jeito cativante, todo seu, de ministrar suas palestras motivacionais e de incentivo à leitura, o que prende a atenção dos nossos alunos”, afirmou a diretora, ressaltando que a leitura é primordial para a educação.

Ainda segundo a diretora,  na atual conjuntura em que vivemos,  num mundo com novas tecnologias  ao alcance de  todos, praticamente, não existe cultura e muito menos não existe educação, se não  for  trabalhado o incentivo à leitura. “Um país que não lê, não escreve, consequentemente, não está apto a desenvolver nem educação, nem a cultura”, concluiu.

 

Como poeta que sou, trabalhar a questão do incentivo à leitura junto ao alunado e ter a oportunidade de  divulgar meu trabalho poético são coisas prazerosas. Sinto-me gratificado em poder colaborar, de alguma forma, para a formação intelectual desses alunos, para que no futuro eles possam se transformar em verdadeiros cidadãos, mais conscientes, com mentalidade crítica sobre  seus direitos e deveres perante a sociedade onde vivem.

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Viva Castro Alves. Viva o Dia Nacional da Poesia!
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Ao lado da professora  Áurea Maria Sampaio, grande incentivadora de iniciativas culturais na escola
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Histórias de quem ainda escreve cartas a mão

Setembro 29, 2014

Para assistir a reportagem  clique aqui.

Entrevista que foi ao ar dia 25;09.2014, no programa Bom dia Tocantins

Entrevista que foi ao ar dia 25.09.2014, no programa Bom dia Tocantins

Conhecendo a Biblioteca Pública Municipal Orlando Lima Lobo, de Marabá

Setembro 20, 2014
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Fachada da Biblioteca Pública Municipal Orlando Lima Lobo, localizada no centro histórico de Marabá

O mês de setembro de 2014, foi  muito significativo para a minha trajetória literária, já que tomei posse no quadro de  Membros Correspondentes da Academia de Letras do Sul e Sudeste Paraense, em bela solenidade realizada  na Fundação Casa da Cultura de Marabá (PA), no dia 12. Na tarde desse dia, eu e o meu confrade,  Odir Rocha, presidente da Academia Palmense de Letras, visitamos as instalações da   Biblioteca Pública Municipal Orlando Lima Lobo . Fomos recebidos pelo Diretor de Cultura do Município,  Genival Crescêncio e pelo coordenador da Biblioteca, o  poeta e ativista cultural Airton Souza, titular da Academia  de Letras do Sul e Sudeste Paraense. Na oportunidade fizemos doações de livros para enriquecer ainda mais o acervo literário daquela instituição.

airton souza, odir rocha e zacarias martins, em marabá

O Coordenador da Biblioteca, Airton Souza recebendo a doação de livros que eu e o Odir Rocha destinamos à Biblioteca Pública Municipal Orlando Lima Lobo

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Autografamos nossos obras para o acervo da Biblioteca Pública Municipal Orlando Lima Lobo

2   BIBLIOTECA OTRLANDO LIMA LOBO

A Biblioteca Pública Municipal Orlando Lima Lobo desenvolve vários projetos de incentivo à leitura e produção textual

Sessão Solene de 6 º aniversário da Academia de Letras do Sul e Sudeste Paraense

Setembro 20, 2014
Posse na Academia de Letras  do Sul e Sudeste Paraense - 12.09.2014

Registro do meu discurso de posse no quadro de Membros Correspondentes da Academia de Letras do Sul e Sudeste Paraense

Em sessão solene realizada no último dia 12 de setembro, na Fundação Casa da Cultura de Marabá (PA), a Academia de Letras do Sul e Sudeste Paraense (ALSSP), comemorou os seis anos de sua fundação, empossou seus novos integrantes e promoveu lançamento de livros.

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Na oportunidade, fui empossado no quadro de Membros Correspondentes da ALSSP, juntamente com os meus confrades tocantinenses Odir  Rocha e Antônio Oliveira, e aproveitei para autografar a segunda edição de meu livro Histórias da História de Gurupi, publicado pela Editora Veloso.

Assinando o Termo de Posse como Membro Correspondente da ALSSP

Assinando o Termo de Posse como Membro Correspondente da ALSSP

O presidente da ALSSP, Eduardo Castro de Aquino Lima destacou que o ingresso dos intelectuais tocantinenses na instituição vai intensificar um proveitoso intercâmbio cultural entre o sul do Pará e o Tocantins, facilitando, sobremaneira, a difusão  de obras literárias de autores de  ambos Estados, ao mesmo tempo que viabilizará projetos  de incentivo  à leitura e a produção literária de forma mais abrangente.

Recebendo o meu Diploma de Membro Correspondente da ALSSP das mãos do confrade Jorge Washington Marques

Recebendo o meu Diploma de Membro Correspondente da ALSSP das mãos do confrade Jorge Washington Marques

IMORTAIS  DE MARABÁ - 2

O presidente da Academia de Letras do Sul e Sudeste Paraense, Eduardo Castro de Aquino Lima, eu e os confrades tocantinenses Antônio Oliveira e Odir Rocha, presidente da Academia Palmense de Letras