Posts Tagged ‘Centro Cultural mauro Cunha’

Gurupi vai sediar o Fórum Municipal de Cultura

Abril 12, 2011

O Fórum acontece no Centro Cultural Mauro Cunha

No sábado, 16 de abril, a Secretaria Municipal de Cultura de Gurupi, promove o Forum Municipal de Cultura. O evento acontece no Centro Cultural Mauro Cunha, no horário das 09h00 às 12h00 e das 14h00 às 18h00.

O músico, Chico Chokolate, secretário de Cultura do município, informou  que a realização do  fórum se faz necessário diante do quadro um tanto morno da Cultura no cenário estadual. Além das discussões e definição da Carta da Cultura de Gurupi, que será elaborada ao final do fórum, haverá ainda apresentações artísticas ainda não definidas, e a participação de um palestrante da Secretaria Estadual de Cultura, cujo nome ainda não foi confirmado.

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Sessão solene marca o aniversário de onze anos da AGL no Centro Cultural Mauro Cunha

Dezembro 2, 2010

O presidente da Academia Tocantinense de Letras, Eduardo Almeida e este blogueiro durante a solenidade da AGL

Na terça-feira (30/11), a Academia Gurupiense de Letras (AGL), realizou sessão solene no Centro Cultural Mauro Cunha, para comemorar os seus onze anos de fundação, e que contou com a presença de um expressivo público. Foi uma festa memorável e que teve uma programação cultural movimentada, com apresentações da Banda de Música Municipal Cinei Santos Miranda e do cantor WPresley Jorge.

Odir Rocha, Osmar Casagrande, Ana Márcia, Eduardo Almeida, Mario Ribeiro Martins e o garoto Gabriel

Para prestigiar o evento, integrantes da Academia Tocantinense de Letras (ATL), capitaneados pelo presidente, Eduardo Almeida, vieram de Palmas e mostraram-se maravilhados com o que assistiram.

A mais antiga instituição do gênero fundada numa cidade do interior do Tocantins, a AGL é a prova inequívoca de que Gurupi sempre esteve na vanguarda dos movimentos culturais, principalmente, desde à época que esta região fazia parte do Estado de Goiás.

Um grupo de alunos da Escola de Canuanã, da Fundação Bradesco, assistiu, pela primeira vez, uma sessão solene de Academia de Letras

Na solenidade deste ano, a Academia Gurupiense de Letras promoveu a entrega do Diploma de Honra ao Mérito para veículos de comunicação, personalidades e instituição que de alguma forma contribuíram para a divulgação e o fomento do fazer cultural e incentivo ao hábito da leitura.

Receberam o Diploma de Honra ao Mérito a Sil TV – Canal 19, a TV Gurupi – Canal 8, a Organização Jaime Câmara, além da Rádio Nova FM e a Escola de Canuanã, da Fundação Bradesco, em Formoso do Araguaia. O escritor Osmar Casagrande e o maestro Alexandre Morais, regente da Banda de Música Cinei Santos Miranda, também receberam o diploma.

Na oportunidade, também foram lançados os editais para a abertura de vagas para as cadeiras 28 e 29 do quadro de Membros Efetivos, bem como, de mais duas vagas no quadro de Membros Correspondentes. Os interessados podem ter mais informações pelo endereço eletrônico agl-to@bol.com.br

Honra ao Mérito – artigo de Osmar Casagrande

Dezembro 2, 2010

Osmar Casagrande

Por Osmar Casagrande

Fui agraciado com uma honraria, coisa rara, nos dias que correm (aliás, não correm, voam!). Mas o importante é que, quanto mais rara, tão mais agradável recebê-la. Não sou dado a honrarias, títulos e que tais, mas desta vez, realmente calou-me fundo pela singeleza de minha ação.

A honraria que recebi foi um diploma de Honra ao Mérito “em reconhecimento à (nossa) contribuição ao fomento da Literatura Tocantinense”, conferido a mim pela Academia Gurupiense de Letras, à qual o dinamismo de Zacarias Martins empresta uma aura de urgência e realização, no desempenhar de suas funções de Secretário Executivo.

O que mais me impressionou nesse ato foi o motivo que fez-me merecedor: as ações que realizei enquanto exerci o cargo (e a responsabilidade) de Gerente de Literatura na Fundação Cultural do Estado do Tocantins, cargo do qual fui defenestrado pelo atual presidente daquela entidade, em fins de março deste ano.

Claro é que, por ter sido dispensado, sempre sentia em meu íntimo um resquício de travo de desgosto, não por não mais exercer a função, mas pela sensação de que havia, de algum modo, falhado em minhas obrigações, e daí a dispensa. Isto posto, torna-se claro que a homenagem ora recebida tem sabor de remédio bom (tipo biotônico) que envolveu-me a alma e curou as possíveis feridas, pois me é nítida a sensação de que a comunidade literária do Tocantins aprovou e aprova o trabalho que desenvolvi e, de algum modo (limitadíssimo, por falta de condições), continuo a desenvolver.

Aprendamos com o fato. O episódio mostra claramente que há falta de preparo e/ou de sensibilidade aos dirigentes (restrinjo-me aqui à área da cultura), já que nem sempre sabem avaliar os reais valores de que dispõem e de que podem dispor.

Estamos em época de definição de dirigentes para os diversos setores do governo do Estado, e o momento é bastante propício ao que vou aventar. Solicito, com a falta de humildade que me vem do fato de ser cidadão consciente de minha condição (porque o cidadão não tem que ser humilde nem servil; tem apenas que exercer seu direito de cidadania!), que o dirigente máximo do Estado do Tocantins, governador eleito para o período 2011-2014 tenha cuidado máximo ao designar seus servidores imediatos. Que tais servidores, minimamente, cumpram a lei, pois o que se vê é que nem mesmo isso acontece.

Não são palavras vãs: a Bolsa de Publicações Dr. Maximiano da Mata Teixeira é uma lei estadual. E foi esquecida durante muito tempo, só retornando seu funcionamento devido ao empenho máximo da deputada Josi Nunes e, de novo ignorada em 2010! Mais: a comunidade artística e ativa na política cultural no Tocantins brigou muito pela instituição do Fundo de Cultura que, depois de muito esforço, foi aprovado e sancionado, e é lei, mas a notícia que temos é que não foi contemplado no orçamento para o próximo ano. De duas uma: é má fé ou incompetência.

Cabe ao novo governador nomear alguém competente para exercer a função. A cultura, senhores, é tudo. O mais é decorrência: educação, política, economia etc., pois todos os ramos de desenvolvimento humano estão adstritos aos traços culturais dos grupamentos humanos. Cuidemos da cultura e estaremos cuidando do homem integralmente.

Uma última palavra aos caros amigos da Academia Gurupiense de Letras: meus queridos, como podem depreender do conteúdo deste texto, vosso ato tão generoso para comigo foi de fundamental importância para meu estado de espírito. Oxalá possamos continuar a trabalhar com afinco em prol da Literatura e da boa política cultural no Tocantins. Todos nós, tocantinenses de nascimento ou por adoção, merecemos crescer e nos desenvolver culturalmente. Muitíssimo obrigado.

Osmar Casagrande é operário das letras: poeta, contista, cronista. E-mail: osmar.casagrande@gmail.com

Academia Gurupiense de Letras comemora 11 anos de fundação

Novembro 24, 2010

Imortais da Academia Gurupiense de Letras

A Academia Gurupiense de Letras (AGL), realiza sessão solene na terça-feira (30/11), para comemorar seus onze anos de fundação. O evento que é aberto a toda comunidade de Gurupi e região, acontece a partir das 20 horas, no Centro Cultural Mauro Cunha (Av. Maranhão, entre as ruas 2 e 3). Na oportunidade, personalidades e instituições, como a Escola de Canuanã, da Fundação Bradesco, serão homenageadas com o Diploma de Honra ao Mérito em reconhecimento à sua contribuição no fomento e difusão da literatura tocantinense e ao incentivo ao hábito da leitura.

O evento contará com a presença especial de uma comitiva de escritores da Academia Tocantinense de Letras.

Divulgada relação dos participantes no 12º Concurso Benjamim Rodrigues de Poesia Falada de Gurupi

Novembro 24, 2010

Começa na sexta-feira, 26, o 12º Concurso Benjamim Rodrigues de Poesia Falada de Gurupi, a partir das 20 horas, no Centro Cultural Mauro Cunha. O evento tem continuidade no sábado, 27, e irá distribuir R$ 4.500,00 em prêmios para os três melhores terxtos e as três melhores interpretações.

Confira a relação dos poetas e intérpretes participantes, clicando aqui

Carlos Viveiros lança livro sobre gestão de desapropriação e servidão administrativa

Outubro 14, 2010

Com o apoio da Academia Gurupiense de  letras, o escritor Carlos Viveiros lança  o livro Gestão de Desapropriação & Servidão Administrativa (Ed. Veloso), no sábado, 16, às 19h30min, no Centro Cultural Mauro Cunha (Av. Maranhão, 1507 – Gurupi – TO).

O autor explica que a  obra tem por objetivo despertar a importância de gestão para a liberação de áreas para a implantação dos empreendimentos do setor elétrico brasileiro, com a coordenação de todos os procedimentos técnicos e jurídicos necessários para a transferência ou instituição de servidão da área declarada de utilidade pública em favor da expropriante, de acordo com as normas técnicas e procedimentos legais aplicáveis e dentro do prazo estabelecido pelo cronograma de obras.

SOBRE O AUTOR

Carlos Viveiros, é natural do Rio de Janeiro, gerente substituto da Divisão de Liberação de Áreas Centro-Oeste (DLAC.E), da Eletrobras Furnas Centrais Elétricas S/A, advogado, ex- professor da Universidade do Estado de Goiás – UEG, especialista em Direito Processual Civil pela Faculdade Anhanguera, MBA em Gestão Empresarial Básica pelo Instituto Brasileiro de Gestão de Negócios – IBGEN, ex-mestrando em Gestão Econômica do Meio Ambiente pela UnB, ex-mestrando em Direito Público pela Universidad Autônoma de Assuncion, atuou como advogado e procurador da empresa Eletrobras Furnas em vários empreendimentos, tais como: LT – Itumbiara/Rio Verde II, LT – Rio Verde/ Barra do Peixe II, LT – Niquelândia/Serra da Mesa, LT Itumbiara/Brasília Sul I e II, LT – Serra da Mesa/Samambaia, nas Usinas de Serra da Mesa, Corumbá I, no Aproveitamento Hidrelétrico de Manso, vem atuando nas questões de liberação de áreas, tanto no amigável como no contencioso.

Lançamento do primeiro livro de Núbio Brito foi movimentado

Setembro 20, 2010

Núbio Brito e eu na comemoração do lançamento literário em Gurupi

Um evento memorável. Assim foi o lançamento do livro Tranqueira – Memórias de meu velho pai, do jornalista Núbio Brito. A noite de autógrafos, muito concorrida, aconteceu no Centro Cultural Mauro Cunha, na sexta-feira, 17. Presentes muitos familiares e parentes do autor, que é de família tradicional da cidade .de Gurupi

Muita gente prestigiou o lançamento do livro

Bem como, pioneiros de Gurupi e autoridades em geral. O evento também foi prestigiado pelo presidente da Academia Tocantinense de Letras, Eduardo Almeida Silva. A Academia Palmense de Letras esteve representada pelos  imortais Odir Rocha e Francisquinha Laranjeira. Já da Academia Gurupiense de Letras compareceram Ana Márcia Barros (presidente), J. Ribamar dos Santos, Marilde de Almeida Gomes, José Maciel de Brito e este escriba.

Na abertura da programação cultural, a Banda de Música Municipal Ciney Santos Miranda, sob a regência do maestro Alexandre Morais, apresentou um repertório de clássicos da MPB, como Aquarela do Brasil, Carinhoso e tantas outras belas melodias.

O presidente da Academia Tocantinense de Letras, Eduardo Almeida Silva, destacou a obra de Núbio Brito para o resgate de parte da história de Gurupi, e também, de Alto Parnaíba, no Maranhão, já que ela permite o acesso a importante fonte de pesquisa sobre as “acontecências” vividas pelo pai do autor, Rômulo Brito, de 78 anos.

Em Tranqueira – Memórias de meu velho pai, Núbio Brito faz  um registro de memórias com resgate da expressão cultural e regional, com parte da obra narrada em episódios ocorridos na fazenda Tranqueira, em Alto Parnaíba (MA).  Mas como a família Brito vive em  Gurupi desde os idos de 1955, o autor também buscou retratar fatos e imagens históricas dessa cidade.

Em meio a sessão de autógrafos do livro de Núbio Brito, o público presente ao Centro Cultural Mauro Cunha foi brindado com a execução de várias melodias pelo saxofonista Jediel Fernandes, cuja apresentação encantou a todos.

Núbio Brito faz sua estréia no mundo da literatura com a publicação de um livro de memórias

Agosto 20, 2010

Com uma folha respeitável de serviços prestados à  imprensa tocantinense, o jornalista, Núbio Brita decidiu colocar em prática um sonho acalentado durante muitos anos: a publicação de um livro de memórias, cujo personagem central é o seu pai, Rômulo Leitão Brito, 78 anos,  uma figura emblemática, pioneiro de Gurupi, cidade localizada na região Sul do Estado de Tocantins.

Em Tranqueira – Memórias de meu velho pai,  Núbio Brito faz  um registro de memórias com resgate da expressão cultural e regional, com parte da obra narrada em episódios ocorridos na fazenda Tranqueira, em Alto Parnaíba (MA).  Mas como a família Brito vive em  Gurupi desde os idos de 1955, o autor também buscou retratar  fatos e imagens históricas dessa cidade.  Foi um trabalho árduo de pesquisa, iniciada em 2004, quando do retorno de seu pai à fazenda Tranqueira, isso, após 50 anos de sua partida.

A noite de autógrafoa já tem data marcada: será no dia 17 de setembro, a partir das 19h30, no Centro Cultural Mauro Cunha (Av. Maranhão, 1507 – Setor Central – Gurupi – TO).

Para Alexandre Peixoto, professor de Letras do Centro Universitário UnirG, Núbio conseguiu o que poucos autores remonados conseguiram, ou seja,  colocar a poesia em prosa, confessando que raros formam os casos em que presenciou a poesia ser colocada de forma tão pura e simples.

O autor

Tocantinense de Gurupi, Núbio Brito, 51, é filho de pecuaristas e desde criança teve contato com a terra. Foi também no interior que conseguiu o primeiro emprego como vendedor de discos e fotógrafo em loja de primos.

Atualmente, o autor trabalha como Diretor de Comunicação da Prefeitura de Porto Nacional (TO).  Foi o responsável pela implantação do  programa Esporte em Revista na Rádio Araguaia FM, de Gurupi. Na TV Anhanguera (afiliada da Rede Globo), além de produtor executivo e editor foi o segundo apresentador do Jornal Anhanguera e incentivador da implantação do Globo Esporte Tocantins. Após quatro anos dirigiu a TV Real (SBT) em Palmas – TO. Um ano depois ingressou na Comunicatins, hoje Redesat (Rede Cultura), onde trabalhou como coordenador de jornalismo por vários anos.

Com a busca pela inovação, editou o jornal Gazeta Esportiva do Tocantins o primeiro impresso especializado em esporte no Estado, no qual trabalhei como seu repórter. Núbio Brito  também lançou   a Revista Sports do Tocantins. Em 2007 começou a versejar suas atenções ao jornalismo on line, e criou o portal de noticias Fatos i Fotos em parceria com seus filhos.

Tranqueira – Memórias de meu velho pai, foi publicado pela  CIR Gráfica e Editora,  de Goiânia, possui 237 páginas e  será vendido a R$ 20,00.

Registro para a posteridade

Março 16, 2010

Num registro para a posteridade, o  poeta J.  Ribamar dos Santos, ladeado por este blogueiro  e demiais integrantes da Academia Gurupiense de Letras: Marilde Gomes, José Maciel de Brito e Ana Márcia Barros. Na foto também aparece a vereadora Zenaide Dias, que fez questão de prestigiar   a sessão de autógrafos de lançamento dos livros de cordel “Um verdadeiro  amor ou a senha da pervesidade“, e “História do Boi Bala de Rifle”, ocorrido dia 13 de março, no Centro Cultral Mauro Cunha, em Gurupi.

Kátia Abreu lança livro em Gurupi

Janeiro 31, 2010

A senadora tocantinense se envereda agora pelos caminhos da literatura, abordando a defesa da classe produtora rural

A senadora Kátia Abreu (DEM), marcou para o próximo dia 6, o lançamento em Gurupi, de seu livro 2 palavras + 11 argumentos – publicado pelas Edições Dédalo. A noite de autógrafos acontece às 19h30, no Centro Cultural Mauro Cunha.

O livro apresenta uma amostragem da série de tabus quebrados pela atuação da senadora e descritos no livro: o maior deles foi se impor como protagonista do debate ambiental, do qual os produtores rurais eram até então excluídos – lançou pioneiramente o grito Desmatamento zero!

Humorada, citando poetas e argumentos econômicos, Kátia Abreu descreve passo-a-passo, como se fosse uma receita culinária, como rege sua equipe de colaboradores para definir objetivos, sempre estabelecendo parâmetros para que todos percebam o nexo, como ela diz, “entre o que pensamos, falamos e fazemos”.

A senadora Kátia Abreu também demonstra, com exemplos concretos, seu polêmico estilo de fazer política: cordial, moderno, tolerante e, principalmente, conseqüente. Como se viu quando relatou no Senado a vitoriosa extinção do Imposto do Cheque, CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira).

Escrevendo como quem conversa, com palavras simples, frases diretas e imagens vivas – pulverizando “preconceitos para afirmar conceitos” – desvenda como foi elaborada a sua primeira declaração ao assumir a liderança da agropecuária nacional, a partir de duas palavras, Afirmação & Ruptura, que se tornaram emblemáticas.